BRICS em 2026: Por que este bloco está no centro do crescimento global

BRICS em 2026: Por que este bloco está no centro do crescimento global
Imagem Ilustrativa - BRICS

Economias dos BRICS devem surpreender em 2026 com crescimento acima da média global, impulsionando participação no PIB mundial.

O mundo está prestes a assistir a uma transformação na dinâmica econômica global, com o grupo de países conhecido como BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) — agora ampliado para incluir outras economias emergentes — emergindo como um dos principais motores de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. Relatórios recentes e projeções econômicas revelam que essas nações, coletivamente, devem desempenhar um papel cada vez maior no crescimento econômico global, superando expectativas tradicionais e ganhando terreno frente às potências desenvolvidas.

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O que os dados mostram sobre o crescimento dos BRICS

De acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) e de institutos econômicos internacionais, as economias emergentes — em grande parte impulsionadas pelos países do BRICS — devem continuar expandindo seu PIB em taxas superiores à média mundial em 2026. Isso ocorre apesar de um cenário econômico global ainda desafiador, marcado por incertezas geopolíticas, ajustes nas políticas monetárias e desaceleração em algumas economias avançadas.

Dados consolidados por instituições financeiras indicam que os BRICS, como grupo, contribuem de maneira cada vez mais importante para a expansão da economia global, mantendo taxas de crescimento vigorosas mesmo quando comparadas a muitas economias desenvolvidas. Essa performance é fruto de fatores estruturais, como mercados internos vastos, populações jovens, expansão da classe média e investimentos em setores estratégicos como tecnologia e infraestrutura.

BRICS versus economias avançadas

Enquanto países avançados, especialmente membros do G7 (como Estados Unidos, Alemanha e Japão), enfrentam desafios relacionados a envelhecimento populacional, crescimento mais lento e menor dinamismo, os países do BRICS continuam a registrar taxas mais robustas de crescimento econômico anual. Essa diferença se deve em parte à maior flexibilidade das economias emergentes em ajustar suas políticas para estimular crescimento, ao mesmo tempo em que atraem investimentos estrangeiros diretos e fortalecem a produção industrial e de serviços.

Além disso, a diversificação econômica de países como Índia e China — que não apenas desempenham papéis importantes no comércio internacional, mas também estão investindo pesadamente em tecnologia e inovação — consolidam a posição do bloco como um vetor de crescimento no cenário global.

Destaques individuais dentro do bloco

  • China continua sendo a maior economia do grupo, contribuindo de forma significativa para o crescimento total do PIB global devido ao seu tamanho e papel central nas cadeias de produção internacionais, apesar de enfrentar desafios internos como a desaceleração do consumo doméstico.
  • Índia é prevista por analistas como uma das economias de crescimento mais rápido dentro do bloco, com estimativas de expansão de dois dígitos que refletem reformas estruturais, crescimento demográfico e forte demanda interna.
  • Brasil e África do Sul devem contribuir positivamente para a expansão do bloco, com crescimento mais moderado, mas ainda assim alinhado com as tendências de recuperação após os choques econômicos recentes.

Embora as projeções do FMI sinalizem certa desaceleração em economias específicas (por exemplo, uma expectativa menor de crescimento para o Brasil em 2026), o conjunto dos BRICS ainda aponta para um desempenho geral que deve surpreender as expectativas do mercado global.

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Por que o crescimento dos BRICS importa

O crescimento econômico robusto dos países do BRICS em 2026 não é apenas um número estatístico — ele representa uma mudança estrutural na economia internacional. À medida que essas nações ganham participação no PIB global, o equilíbrio de poder econômico tende a se deslocar, abrindo espaço para novas alianças comerciais, fluxos de investimentos e cooperações multilaterais que refletem interesses além das tradicionais economias ocidentais.

Essa tendência também pode atrair mais investimentos de longo prazo para mercados emergentes, estimular a modernização de setores produtivos e favorecer a integração regional entre os membros do bloco e seus parceiros estratégicos.

🧭 Desafios e riscos no horizonte

Apesar das perspectivas positivas, existem desafios significativos que podem influenciar o ritmo de crescimento dos BRICS em 2026. Entre eles estão tensões geopolíticas, pressões inflacionárias, mudanças nas políticas de comércio internacional e vulnerabilidades sociais internas que exigem políticas públicas eficientes para manter a trajetória de expansão.

Além disso, a capacidade de cada país do bloco de atrair investimentos sustentáveis e implementar reformas econômicas profundas será crucial para consolidar esse crescimento no longo prazo.

Em um cenário global ainda marcado por desafios econômicos e grande volatilidade, os países do BRICS continuam a se destacar como protagonistas do crescimento do PIB em 2026. Com um papel cada vez mais relevante na economia mundial, o bloco não apenas reforça sua importância estratégica como também sinaliza uma possível reconfiguração da ordem econômica global nas próximas décadas.

Investidores, formuladores de políticas públicas e analistas internacionais estão de olho nesse movimento, que pode redefinir prioridades de capital e cooperação internacional nos próximos anos.

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